Quanto custa manter um site no ar: os custos por mês e por ano, item por item

Quanto custa manter um site no ar: os custos por mês e por ano, item por item

9 min de leitura · atualizado em 3 de outubro de 2026

Neste artigo · 8 partes
  1. Os dois custos que não têm como evitar
  2. Os custos que aparecem depois
  3. Quanto custa manter um site feito em WordPress, em…
  4. A armadilha do segundo ano
  5. O custo de não manter
  6. Como pagar o mínimo sem correr risco
  7. Perguntas frequentes
  8. Próximo passo

Quanto custa manter um site? No mínimo, duas coisas que se pagam todo ano: o domínio (o endereço, como seunome.com.br) e a hospedagem (o servidor onde o site fica guardado). O domínio .com.br custa R$ 40 por ano direto no Registro.br. A hospedagem varia muito conforme o tipo de site e o fornecedor. Por cima disso vêm os custos que muita gente esquece: atualizações de segurança, backup, pequenos ajustes de texto e o seu próprio tempo. Um site simples de negócio local tem custo de manutenção baixo; o que encarece é escolher a estrutura errada para o tamanho do seu negócio.

Neste artigo você vê cada item de custo separado, o que é obrigatório e o que é opcional, as armadilhas que fazem a conta dobrar no segundo ano e as perguntas para fazer antes de contratar alguém. Sem tabela inventada: onde o preço depende do fornecedor, eu mostro como comparar.

Resumo rápido

  • Obrigatório todo ano: domínio e hospedagem. O resto depende de como o site foi feito.
  • O domínio .com.br custa R$ 40 por ano no Registro.br e deve estar registrado no seu nome.
  • Hospedagem barata no primeiro ano e cara na renovação é a armadilha mais comum.
  • Site feito em WordPress precisa de atualização; site em construtor (Wix e similares) cobra mensalidade.
  • Pergunte sempre quanto custa o segundo ano, não só o primeiro.

Os dois custos que não têm como evitar

Os cinco custos de manter um site no ar: domínio, hospedagem, atualizações e backup, ajustes de conteúdo e e-mail profissional
Domínio e hospedagem são obrigatórios; o resto depende de como o site foi feito.

Todo site no ar depende de duas peças, e as duas se pagam de forma recorrente.

Domínio. É o endereço que a pessoa digita. Para endereços terminados em .com.br, o registro é feito no Registro.br, que cobra R$ 40 por ano (valor da tabela oficial consultada em setembro de 2026). Você também pode registrar por meio de uma empresa de hospedagem, que repassa o custo e às vezes cobra a mais pela intermediação. Domínios .com, internacionais, são registrados em outras empresas e têm preço próprio.

O ponto mais importante não é o preço: é em nome de quem o domínio está. O domínio precisa estar registrado no seu CPF ou CNPJ. Se estiver no nome de quem fez o site, você não é dono do seu endereço, e trocar de fornecedor vira negociação.

Hospedagem. É o aluguel do espaço no servidor. Os preços variam por tipo:

  • Hospedagem compartilhada: vários sites dividem o mesmo servidor. É a opção mais comum para site de negócio local e a mais barata.
  • Hospedagem gerenciada (WordPress gerenciado): o fornecedor cuida de atualizações, backup e velocidade. Custa mais, dá menos trabalho.
  • VPS ou nuvem: servidor dedicado ou quase. Só faz sentido para sites grandes, lojas com muito acesso ou sistemas.
  • Plataforma com hospedagem embutida: construtores como Wix e similares cobram um plano mensal que já inclui a hospedagem.

Domínio e hospedagem se pagam todo ano. O resto depende de como o site foi feito.

Os custos que aparecem depois

Aqui mora a diferença entre um site que custa pouco para manter e um que vira dor de cabeça.

Certificado de segurança (o cadeado do https). Hoje a maioria das hospedagens inclui um certificado gratuito. Se alguém tentar cobrar à parte por um certificado básico para site simples, pergunte por quê.

Atualizações. Se o site foi feito em WordPress, o sistema, o tema e os plugins recebem atualizações frequentes, muitas delas de segurança. Alguém precisa aplicar e testar. Site desatualizado é a porta de entrada mais comum para invasão. Em construtores fechados, a própria plataforma cuida disso.

Backup. Uma cópia do site guardada fora do servidor. Algumas hospedagens incluem, outras cobram, outras fazem mas guardam no mesmo servidor, o que não resolve se o servidor tiver problema.

Ajustes de conteúdo. Trocar um telefone, um horário, uma foto, incluir um serviço novo. Se você mesmo consegue editar, custa só o seu tempo. Se depende de quem fez o site, pode custar por alteração.

E-mail profissional. O contato@seunegocio.com.br. Não é obrigatório, e muitas hospedagens incluem caixas básicas. Serviços como Google Workspace ou Microsoft 365 cobram por usuário.

Plugins e temas pagos. Alguns sites em WordPress dependem de plugins com licença anual. Se quem fez o site usou licença própria, pergunte o que acontece quando ela vence.

Quanto custa manter um site feito em WordPress, em construtor ou sob medida

A forma como o site foi construído define boa parte do custo de manutenção.

WordPress em hospedagem própria. Você paga domínio e hospedagem. O sistema é gratuito. O custo escondido é a manutenção técnica: atualizações, backup e monitoramento. Dá para fazer sozinho se você tiver tempo e cuidado; senão, alguém faz por você. A vantagem é que você não fica preso a uma plataforma: dá para mudar de hospedagem levando o site inteiro. Se quiser entender melhor esse caminho, veja por que ter domínio próprio importa.

Construtores (Wix, Squarespace e similares). Você paga um plano mensal ou anual que inclui hospedagem e manutenção técnica. É mais simples, mas o site fica preso à plataforma: se parar de pagar, o site sai do ar, e normalmente não dá para levá-lo para outro lugar.

Criado com IA (Lovable e similares). Algumas ferramentas geram o site com inteligência artificial e hospedam na própria plataforma. O custo de manter depende do plano, e cada alteração pode consumir créditos. Vale olhar a letra miúda antes.

Sob medida, feito por agência. Pode ter qualquer uma das estruturas acima por baixo. Pergunte qual é, porque é ela que define quanto você vai gastar para manter.

A tecnologia escolhida no primeiro dia define a conta dos próximos anos.

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A armadilha do segundo ano

Muitos planos de hospedagem e de construtores têm preço promocional no primeiro ciclo e um valor maior na renovação. Não há nada errado nisso, desde que esteja claro. O problema é quem compara só o preço de entrada.

Antes de fechar, faça sempre três perguntas:

  1. Quanto custa a renovação, no segundo ano, do domínio e da hospedagem?
  2. O domínio está registrado no meu nome?
  3. Se eu quiser sair, consigo levar o site e o domínio? Tem custo?

Se o fornecedor não responde isso por escrito, a conta do segundo ano é uma surpresa esperando para acontecer. Pense também no seu tempo: um site que ninguém atualiza fica com telefone errado, horário velho e serviço que você não faz mais, e isso custa cliente.

O custo de não manter

Site no ar e esquecido tem um custo que não aparece na fatura. Os mais comuns:

  • Informação desatualizada. O cliente liga para um número que não existe mais ou aparece num horário em que você não atende.
  • Domínio vencido. Se a renovação falha (cartão vencido, e-mail de aviso numa caixa que ninguém lê), o site sai do ar e, depois de um prazo, o endereço pode ser registrado por outra pessoa.
  • Site lento ou quebrado no celular. Atualizações de navegador e de sistema às vezes desmontam layouts antigos.
  • Invasão. Sites desatualizados são alvo automático de robôs que procuram brechas conhecidas.

Nenhum desses exige gasto alto para evitar. Exige alguém responsável e um lembrete no calendário.

Site esquecido custa cliente, não fatura. Coloque a renovação no calendário.

Como pagar o mínimo sem correr risco

Para um negócio local, autônomo ou profissional liberal, um site de uma página bem feita, com domínio próprio e uma hospedagem confiável, tem manutenção simples e barata. O que costuma inflar o custo é:

  • Comprar um site maior do que o negócio precisa (dez páginas que ninguém atualiza).
  • Depender de quem fez o site para qualquer alteração pequena.
  • Pagar por recursos que você não usa (loja virtual sem produto, blog sem artigo).
  • Escolher a plataforma pela promoção do primeiro mês.

Se você ainda vai fazer o site, a conta completa do primeiro ano, incluindo a criação, está em quanto custa um site profissional. E se ainda está em dúvida entre site e só rede social, veja site ou Instagram.

Perguntas frequentes

Quanto custa manter um site por mês?

Depende da estrutura. Com WordPress em hospedagem compartilhada, o custo fixo é basicamente hospedagem e domínio; o domínio .com.br custa R$ 40 por ano no Registro.br, e a hospedagem varia por fornecedor. Em construtores como o Wix, você paga o plano da plataforma. Somam-se a isso manutenção técnica e ajustes, que podem ser feitos por você ou contratados.

Preciso pagar para manter o site no Google?

Não. Aparecer nos resultados orgânicos do Google é gratuito; o Google não cobra para indexar o seu site. O que tem custo é manter o site no ar (domínio e hospedagem) e, se você quiser, anunciar no Google Ads, que é pago por clique. Para aparecer melhor sem pagar anúncio, o caminho é conteúdo útil e o Perfil da Empresa no Google bem preenchido.

O que acontece se eu não renovar o domínio?

O site sai do ar e o e-mail com aquele endereço para de funcionar. Depois de um período, o domínio pode voltar a ficar disponível e ser registrado por outra pessoa, que pode usar o endereço que os seus clientes conhecem. Por isso vale deixar a renovação automática ligada, num cartão válido, e o e-mail de contato do domínio numa caixa que você lê.

Consigo mudar meu site de empresa de hospedagem?

Na maioria dos casos, sim, se o site for em WordPress ou em código próprio e se o domínio estiver no seu nome. A migração envolve copiar arquivos e banco de dados e apontar o domínio para o novo servidor. Em construtores fechados, como Wix, o site normalmente não sai da plataforma; você leva o domínio, mas precisa refazer o site.

Vale a pena pagar um plano de manutenção?

Vale se você não tem tempo ou conhecimento para aplicar atualizações, conferir backup e fazer ajustes, e se o plano deixa claro o que inclui: hospedagem, renovação de domínio, atualizações, backup e quantos ajustes por mês. Não vale se ele prende o domínio no nome do fornecedor ou não diz quanto custa sair.

Próximo passo

Se você quer um site com domínio no seu nome, hospedagem e domínio do primeiro ano já incluídos, e tudo o que está incluso escrito antes de pagar, o Site Express entrega um site profissional em 48 horas. Do segundo ano em diante, você escolhe se mantém com o plano de manutenção ou leva o site para onde quiser. Conheça o Site Express.

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Witley Paulo

Witley Paulo

Construo e opero os meus próprios negócios digitais — e-commerce, produtos de informação e sistemas com IA — e escrevo aqui o que aprendo operando, não o que li em curso.

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Escrito porWitley Paulo

Empreendedor digital há mais de seis anos. Escreve sobre o que usa na prática para vender pela internet: sites, tráfego, produtos digitais e IA.

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